Samba de Rainha toca "Au Revoir" em mais uma prova de que o Brasil faz mesmo um bom samba.
Vale a pena conferir!!
Muita gente se apavora ao saber que o concurso pelo qual tanto esperava vai ser organizado pelo CESPE/UNB. É famoso e muito preocupante aquele tipo de questão em que, para desestimular o chute e evitar que o acaso ou a sorte influencie no resultado, a comissão organizadora pune o candidato, subtraindo de sua nota um acerto para cada erro que cometer. Há provas em que o candidato perde uma questão a cada duas ou três erradas, mas o mais comum atualmente é a pena máxima.
Há mecanismos para melhorar o rendimento em provas desse tipo. A regra básica é TER CAUTELA, deixando questões em branco, e jamais achar que vale a pena o risco de tentar acertar mais algumas. É preciso lembrar que a intenção da banca é evitar os chutes, e, se a medida não funcionasse, não causasse intimidação, certamente já teria sido abandonada. Dentro da regra básica, é preciso ainda atentar para o fato de que jamais deve o candidato estipular um percentual geral de questões para deixar em branco, como frequentemente é ensinado na internet, na TV, em salas de aula etc. Isso porque todas as pessoas têm rendimentos diferentes de matéria para matéria. Pouquíssima gente nota a influência disso no resultado, até ser alertada.
A forma mais indicada para definir quantas deixar em branco é fazer vários simulados com questões de cargos iguais ou similares, elaboradas pelo CESPE, variando bastante (entre 10 e 60%) a quantidade de questões que deixa
Outra forma de se avaliar, quando se tem poucas provas anteriores, ou quando o tempo é curto, é responder aos simulados sem deixar questões em branco, e obter o seu percentual bruto de acertos. Após obter sua média de acertos por disciplina (entre várias provas respondidas), o candidato deve fazer a conta, pelo método das tentativas, até encontrar sua pontuação final mais alta. Para fixar o seu percentual ideal de marcações, deve ser abatida uma margem de segurança, proporcional ao percentual de erros.
Em ambos os casos a análise do resultado deve ser feita por matéria. É suicídio seguir regras padronizadas, que mandam deixar X questões em branco, como se todas as pessoas tivessem o mesmo nível de preparação.
Outro método que deve ser adotado, este na hora de fazer a prova, é aquele que chamo de "caça ao erro". O candidato deve ler todas as questões em busca do erro, para marcar apenas as erradas, e repassar a prova, saltando as que já foram marcadas. Isso deve ser feito o máximo de vezes que o tempo da prova permitir. Se, depois de várias passadas de olhos, algumas questões não foram marcadas, há chances de serem certas, uma vez que o erro não apareceu pra você. Havendo dúvida você deve deixar a questão em branco, e, não havendo, ela deve ser marcada como certa.
Não se deve ter medo de deixar questão
Conheço várias pessoas que estavam preparadas, mas foram reprovadas por desconhecerem provas do tipo CESPE. Em um dos casos a candidata marcou 69 questões e deixou apenas uma
Uma consideração importante: por mais que lhe pareça ser mais difícil a prova que abate seus acertos, lembre que isso não acontece somente com você, e que a grande maioria dos candidatos não usa qualquer espécie de estratégia. Além disso, boa parte da maioria desinformada desiste de fazer alguns concursos por medo, e certamente muitas dessas pessoas teriam chance de aprovação. Nas provas tidas como fáceis, todos os possíveis concorrentes estão lá, disputando a vaga com você. O terror da prova do CESPE lhe ajuda, eliminado concorrentes. Tente se convencer de que isso é mais um aliado seu. Use técnicas de estudo e métodos para fazer a prova e você já terá um grande diferencial, podendo superar pessoas supostamente mais preparadas que você.
A única coisa que não se deve fazer é desistir da prova. Isso só faria a alegria dos concorrentes e colocaria o seu objetivo mais distante de ser alcançado.
Texto elaborado no mês de novembro/2008.
ENTREVISTA DE LUIZ FLÁVIO BORGES D´URSO
Em entrevista ao JC&E, o presidente da seccional paulista da OAB, Luiz Flávio Borges D’Urso, fala sobre o Exame de Ordem. Além disso, conta seu início de carreira e põe em discussão o ensino jurídico do país, a unificação dos exames de todas as seccionais do país e o papel da OAB na garantia da democracia brasileira.
JC&E – Os baixos índices de aprovação no Exame de Ordem têm sido insistentemente discutidos. A prova da OAB já se tornou um fantasma na vida de quem termina um curso de Direito. Ao que o Sr. credita essa baixa quantidade de aprovados e todo o temor que envolve o Exame?
D´Urso – Na década de 70, ao verificar que a qualidade de ensino estava muito prejudicada pelo aumento indiscriminado das faculdades de Direito, a OAB criou o Exame de Ordem, como forma de evitar que um profissional sem as condições mínimas de exercer a profissão ingressasse no mercado de trabalho. O número de cursos de Direito não seria problema se todos fossem ilhas de excelência. No entanto, não é isso que está acontecendo. Há uma queda na qualidade de ensino e se temos bacharéis mal preparados, teremos advogados sem as devidas qualificações para exercer a profissão, sendo que eles têm em suas mãos os bens maiores dos cidadãos – sua liberdade, sua família, sua honra, seus bens. É obrigação da OAB defender esse padrão de qualidade para que se proteja de forma mais eficaz a própria sociedade.
JC&E – Chega-se a discutir a alta complexidade do Exame, que se supõe exigir demais dos candidatos, os quais muitas vezes precisam de cursinhos preparatórios para enfrentá-lo. Qual a posição do Sr. sobre o assunto? Já houve discussões internas na OAB para discuti-lo ou a culpa é unicamente do ensino de má qualidade, que precisa ser complementado com cursinhos?
D´Urso – Criou-se um mito sobre as dificuldades envolvendo o Exame de Ordem. Na verdade, ele não é difícil, não tem “pegadinha”, busca aferir apenas e tão-somente se o candidato tem conhecimento mínimo para exercer a advocacia. Já temos constatado estudantes que, antes mesmo de concluírem o curso, se matriculam em cursinhos preparatórios, o que demonstra uma grande insegurança do futuro bacharel com a qualidade do ensino que vem recebendo ou com o seu desempenho. Quem fez um curso de Direito e tem conhecimento básico consegue aprovação no Exame de Ordem.
JC&E – Quais são as próximas medidas a serem tomadas com relação ao ensino jurídico de má qualidade? O que a OAB e o MEC têm discutido e acordado a respeito?
D´Urso - Avaliamos como extremamente positiva a decisão do Ministério da Educação (MEC) de cortar mais de 20 mil vagas de vários cursos de Direito em instituições de ensino, que foram notificadas por registrarem conceitos inferiores a três no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e no IDD (Indicador de Diferença entre os Desempenhos). Os cursos também registravam baixo índice de aprovação de estudantes nos exames da OAB. O reflexo disso, de um lado, reduz o excesso de oferta; do outro, serve de alerta para abertura de vagas de forma indiscriminada, sem atentar aos quesitos de qualidade. Esperamos que essa decisão seja realmente cumprida e que, no futuro, só prosperem projetos de faculdades que tiverem parecer favorável da OAB. Outra vertente desta batalha deve ser a fiscalização constante das faculdades já existentes, com o controle do conteúdo programático, corpo docente, projeto pedagógico e da infra-estrutura.
JC&E – O que a OAB-SP pensa a respeito da unificação dos Exames de Ordem em todo o país? Isso será mesmo aplicado? Qual o andamento atual dessa proposta?
D´Urso – A Seccional Paulista ainda avalia a unificação, pois ainda não tem a convicção de que seria mantido o nível do exame se aderíssemos à unificação, com a participação de todos os estados. Variação na qualidade do ensino jurídico existe no Brasil e isso é uma realidade incontestável. O que precisamos é nivelar por cima e é esse o trabalho que a OAB tem feito no Estado de São Paulo. Pelo número de candidatos e locais de provas que envolve, São Paulo é dependente de uma logística gigantesca. Por isso, o ideal seria que nossa Seccional fixasse a data e as demais pudessem nos acompanhar. Quanto à unificação do conteúdo, não aprovamos por motivos de segurança.
JC&E – Quando recém-formado, quais foram seus primeiros passos na carreira?
D´Urso - Quando eu me formei, fui trabalhar para o jurídico de uma empresa, o Kurt laboratório de fotografia. Ingressei como assistente jurídico, passei a advogado, chefe do departamento, gerente jurídico e diretor. Depois de oito anos, quando cheguei a diretor, a minha frustração era muito grande porque o que eu queria mesmo fazer na advocacia era atuar na área criminal. Nessa altura, já tinha feito especialização para essa área e já lecionava direito processual penal na FMU que foi a minha faculdade. Comecei no curso de estágio, depois fui para o curso de graduação lecionando na graduação, e, nesse momento, tomei a decisão, talvez mais importante da minha vida: eu pedi demissão, deixando uma empresa, um bom salário e todas as condições que a empresa me dava, uma tranqüilidade profissional que eu tinha naquela altura, muito boa. Mas rompi tudo isso e fui para a advocacia criminal, para me concentrar no que realmente me dava satisfação
JC&E – Qual o papel que a OAB exerce em relação à democracia brasileira?
D´Urso – Desde a época do Brasil Colônia, os advogados brasileiros, os bacharéis em direito, vêm desempenhando papel relevante na formação e organização das instituições nacionais e na luta pela liberdade, democracia, cidadania e legalidade no Brasil. Somos credores da sociedade brasileira por conta das bandeiras que desfraldamos em defesa do Estado Democrático de Direito. Na história recente do Brasil, promovemos a defesa daqueles que foram presos pela ditadura, muitas vezes com risco da própria vida, lutamos contra todas as formas de arbítrio e violência, pelas Diretas-já, pela Anistia e pelo impeachment do então presidente Collor.
JC&E – Em que estágio está a negociação com a Defensoria Pública da renovação do convênio de Assistência Judiciária? O aumento pleiteado na Tabela de Honorários será aceito? Caso não seja e o convênio não seja renovado, quais serão as conseqüências disso?
D´Urso – Temos convicção da renovação do Convênio de Assistência Judicial com a Defensoria Pública do Estado, até porque a Defensoria não tem como atender à população carente do Estado com apenas 400 defensores. Pela lei, quando a Defensoria não dispuser de quadros suficientes – o que acontece
JC&E – Discute-se a falta de democracia na composição da Comissão de Ética e Disciplina da entidade, que teria membros escolhidos por conselheiros, e não eleitos pela classe. Como o Sr. se posiciona a respeito? A Comissão tem agido com o devido rigor?
D´Urso – Desconheço esta crítica. No Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP atuam centenas de colegas altruístas, que fazem um trabalho voluntário dos mais relevantes dentro da Ordem. O TED atua com independência e rigor, punindo todo advogado que viola os primados ético-disciplinares da nossa profissão. Todos os membros do TED são nomeados, a exemplo dos integrantes de todas as demais comissões da OAB SP. Os únicos cargos eletivos da entidade são os de diretores e de conselheiros seccionais.
Fonte: JC&E
By Diego Carvalho on November 27th, 2008
Nessa época do ano, as tradicionais brincadeiras entre amigos já se tornaram uma tradição e, para não deixar de participar, por não saber com que presentear, segue uma lista de dicas de presentes e outras variações da festa mais comemorada antes do Natal e Ano Novo: a festa do Amigo Secreto.
Acredita-se que a brincadeira venha dos povos nórdicos. Porém, é também uma brincadeira de costumes e tradições de povos pagãos.
Muitas pessoas ficam em dúvida sobre como dizer “Amigo Secreto” em outros idiomas. Em inglês se diz Secret Santa ou Kriss Kringle, em espanhol Amigo Invisible (ou Amigo Secreto como no português), e em alemão Wichteln.
É de costume entre familiares fazerem-se pequenas brincadeiras com as pessoas sorteadas, como por exemplo, usar um fato marcante da sua vida, ou uma parte engraçada do seu perfil.
Variantes:
Amigo-Animal
Faça uma lista com muitos animais (o suficiente para cada participante da brincadeira poder escolher um). Ao invés de sortear os nomes dos participantes, sorteiam-se os nomes dos animais. Ninguém saberá quem tirou quem até o final da brincadeira, ou seja, no dia da “revelação”. Por isso é necessário haver uma caixinha onde enviar bilhetinhos para cada “animal” dar dicas do que quer ganhar. No dia da revelação, ao invés de dizer as características do amigo, se dizem as características do bicho. Aí serão duas surpresas.
Quero trocar o presente
“Coloque todos os pacotes de presente dentro de uma cesta ou em cima de uma mesa. Anote os nomes dos participantes e coloque-os em uma caixinha. Sorteie um a um e cada sorteado tem direito a ir ao monte de presentes escolher o que mais lhe agradar. Ele pode decidir sem abrir o pacote e só fazer isso depois da escolha.
O primeiro a escolher não terá direito a trocar o presente, mas a partir do segundo, se achar que o do número 1 é melhor que o que escolheu, tem direito a roubá-lo. E assim por diante. O primeiro que foi sorteado, no final terá direito a escolher o presente que quiser. A graça desse tipo de Amigo Secreto é caprichar na embalagem, quem sabe colocando presentes pequenos em grandes caixas…
Amigo da “Onça”
Este tipo de amigo oculto pode ser planejado junto ao amigo secreto convencional. Mas lembre-se que só poderá ser feito entre pessoas muito amigas e que estão acostumadas a brincar umas com as outras, pois já se conhecem.
Consiste em cada participante desenvolver ou comprar para o “amigo da onça” algo que venha contra as suas idéias pessoais, tentando “chatear”, no bom sentido, aquele quem você tirou. Por exemplo, para um careca fazer uma peruca de meia tecida com fios de lã. Para um corintiano, dar algo do Palmeiras etc. O que vale é o bom humor de todos na hora de abrir os presentes. Geralmente, essa brincadeira é feita junto com a festa convencional de amigo secreto, na qual a pessoa abre os dois presentes juntos.
Amigo “Surpresa”
Este tipo de amigo secreto é feito em estilo relâmpago, ou seja, os participantes compraram um presente ‘unisex’ em valor previamente estipulado para a festa. Na hora, os nomes de todos são anotados e colocados em uma caixa. Cada participante deve tirar um papel e ficará sabendo na hora seu amigo oculto. Esse tipo de amigo secreto é feito, geralmente, quando as pessoas não têm muito tempo sobrando para sortear com calma o seu amigo.
Descobrindo o perfil do Amigo Secreto
O sorteio se faz de qualquer forma, mas na hora da revelação, o participante lê uma série de dicas sobre a pessoa e os outros têm que adivinhar quem é. Peça para cada participante fazer uma ficha com dez dicas fáceis ou difíceis sobre seu amigo. Na hora de cada troca, os participantes escolhem uma dica de cada vez e vão tentando adivinhar os sorteados. Para animar ainda mais a troca de presentes, um brinde no final pode ser dado para quem criar a ficha mais criativa ou a mais difícil de adivinhar.
Amigo Banca de Jornal
É uma variação engraçada e econômica dos presentes do amigo secreto. Consiste em escolher alguma coisa na banca de jornal de acordo com a característica de quem você tirou.”
Dicas de Débora Wolf
Amigo Secreto Virtual
O Fashion Bubbles sugere a versão virtual do Amigo Secreto, entre pessoas que não se conhecem fisicamente, mas que estão sempre em contato no mundo virtual. O presente estipulado será algo a ser publicado no site. Pode ser um texto, imagem, poesia, fotografia, música, link, site etc: qualquer presente virtual que você deseje oferecer ao seu amigo secreto.
Presentes Artesanais (comprados ou feitos por você mesmo)
O ideal é que ninguém fuja do espírito criativo e que todos estejam preparados para ganhar, talvez, um simples desenho em uma folha de papel. O sorteio é convencional e o presente tem que ser feito pela pessoa.
Sugestões: porta-retrato de palito de picolé. Você, também, pode comprar uma peça de gesso ou madeira e pintar; porta-lápis com latinha de extrato de tomates, camisetas pintadas, quadro. Use a imaginação!
Geralmente, os presentes têm valor pré-estipulado. Respeite o limite. Gastar mais pode ser interpretado como bajulação.
Para fugir do óbvio com um pouco de criatividade, é possível evitar CDs ou chocolates. Alguns presentes são escolhas elegantes e podem ser dados sem erro. Exemplos: Livro de arte, lançamento em DVD e objetos relacionados ao ‘hobby’ da pessoa. Informe-se se o sorteado pratica algum esporte ou se coleciona algum objeto, por exemplo.
Com mulheres
Lenços e echarpes, porta notas, preferencialmente, de couro. Bijuterias (brincos e broches são mais fáceis de acertar do que anéis e gargantilhas), porta-retratos, caixinhas decorativas, velas decorativas são boas pedidas. Assessórios como capas para ‘note book’ e pastas de trabalho costumam agradar. Perfumes, só se você souber qual é a marca preferida dela.
Amigo Secreto
Com homens
Em vez de gravatas, que tal presentear camiseta com apelo solidário a alguma causa ou acessórios para o escritório, como pequenas esculturas decorativas? Se o amigo secreto gosta de charuto, pode-se presenteá-lo com um cortador, um cinzeiro, uma porta-charuto de bolso ou um puro cubano. Se optar por bebidas, escolha um vinho, um espumante de boa safra ou um uísque importado.
Se você não gostou do seu presente, disfarce. Receba alegremente e se quiser trocar, vá direto à loja. Não precisa avisar quem presenteou.
Quando você for dar o presente, é bom identificar a procedência do produto. Se ele foi feito à mão, coloque um cartão com nome e telefone do artista. É bem elegante, além de divulgar o trabalho e a marca do artista.
Mais dicas de presentes?
O site www.amigosecreto.com, especialista neste tipo de festa, tem uma gama de opções
Em artigo sob o título "Muito além do caso Dantas", publicado nesta quinta-feira (4/12) na pág. 2 da Folha de SP (acesso a assinantes do jornal e do UOL), o jornalista Frederico Vasconcelos comenta como os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, têm contribuído, cada um a seu modo, para a abertura do Judiciário à sociedade.
Graças a Joaquim, que quebrou o sigilo do processo do mensalão, soubemos que ministros do STF destilaram preconceitos em troca de mensagens eletrônicas durante sessão de julgamento, e que advogados defensores da elite furam a fila nos tribunais para antecipar o julgamento de recursos.
Graças a Gilmar, distorções e divergências do Judiciário vieram à tona. O presidente do STF conta com o apoio de notáveis da advocacia, mas muitos juízes condenam o seu destempero.
Joaquim atribui os desencontros com pares à defesa de princípios caros à sociedade, como o combate à corrupção no Judiciário.
O artigo cita que Gilmar, apesar de criticar a lentidão da Justiça, não põe em julgamento um processo concluído desde fevereiro em que sua atuação está sendo contestada pelo Ministério Público Federal: trata-se do habeas corpus em que ele --contrariando regimento do Supremo, segundo o MPF-- voltou a ser relator de um habeas corpus, mesmo tendo sido voto vencido no julgamento de recurso anterior.
No segundo julgamento, o STF trancou ação penal contra um juiz federal de São Paulo que havia sido afastado, em decisão unânime da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça, sob a suspeita de falsificar documento público. Graças ao voto de Gilmar, acompanhado pela 2a. Turma, o magistrado retornou ao cargo e, meses depois, foi denunciado sob a acusação de outros crimes. Continua no exercício do cargo.
Com a demora do julgamento dos "embargos de declaração nos embargos de declaração nos embargos de declaração", sucessão de recursos para procrastinar a decisão, o MPF teme que o magistrado venha a ser beneficiado com a prescrição.
"O cidadão que paga o salário desses agentes públicos espera que a Justiça confirme se aquele juiz sob suspeição merece punição ou se é uma vítima, digamos assim, dos excessos de 'independentismo' do Ministério Público e da mídia", conclui o artigo.
By Bruno Campos (http://pior.brogui.com/?paged=5)
O PAULISTA
Encontra a mulher com outro na cama e vai fazer terapia.
O CARIOCA
Encontra a mulher com outro na cama, junta-se a eles e se diverte.
O MINEIRO
Encontra a mulher com outro na cama, mata o homem e continua casado com a mulher, exatamente como manda a TFM, Tradicional Família Mineira.
O GAÚCHO
Encontra a mulher com outro na cama e, ao contrário do mineiro, mata a mulher fica com o marmanjo só prá ele.
O PARAIBANO
Encontra a mulher com outro na cama e, sendo o cabra da peste que é, mata os dois e arruma outra no dia seguinte.
O GOIANO
Encontra a mulher com outro na cama, entra em depressão, pega a viola e vai para rua à procura de outro corno pra montar mais uma dupla sertaneja.
O PERNAMBUCANO
Encontra a mulher com outro na cama, pega sua fantasia e vai dançar um frevo em Olinda.
O BRASILIENSE
Sempre que pega a mulher com outro na cama, de raiva vai para o Congresso e inventa mais um imposto.
O CURITIBANO
Quando pega a mulher com outro na cama, não faz nada, pois curitibano não fala com estranhos.
O CEARENSE
Quando pega a mulher com outro na cama, agradece a Deus, pois vê que não é só ele que pega mulher feia.
O BAIANO
Mulher de baiano não vai pra cama com outro, porque esse negócio de arrumar amante, tirar a roupa, fazer sexo, ser descoberta pelo marido, etc., dá um trabaaaaaaaalho, dá uma canseeeeeeeeira, dá um sooooooooooooooooono…. meu pai!
O ALAGOANO
Quando chega em casa e encontra sua mulher com outro na cama, pega suas coisas, faz as malas e vai morar em Arapiraca.
CONTRIBUIÇÃO DA MINHA AMIGA SANDRA VICTOR
"Legalidade e liberdade são as tábuas da vocação do advogado. Nelas se encerra, para ele, a síntese de todos os mandamentos. Não desertar a justiça, nem cortejá-la. Não lhe faltar com a fidelidade, nem lhe recusar o conselho. Não transfugir da legalidade para a violência, nem trocar a ordem pela anarquia. Não antepor os poderosos aos desvalidos, nem recusar patrocínio a estes contra aqueles. Não servir sem independência à justiça, nem quebrar da verdade ante o poder. Não colaborar em perseguições ou atentados, nem pleitear pela iniqüidade ou imoralidade. Não se subtrair à defesa das causas impopulares, nem à das perigosas, quando justas. Onde for apurável um grão, que seja, de verdadeiro direito, não regatear ao atribulado o consolo do amparo judicial. Não proceder, nas consultas, senão com a imparcialidade real do juiz nas sentenças. Não fazer da banca balcão, ou da ciência mercatura. Não ser baixo com os grandes, nem arrogante com os miseráveis. Servir aos opulentos com altivez e aos indigentes com caridade. Amar a pátria, estremecer o próximo, guardar fé em Deus, na verdade e no bem." (Rui Barbosa)
Faróis xenônio com os dias contados
Por Redação Yahoo! Brasil
Eles facilitam a visibilidade para quem os possui, mas ofusca a visão de quem está de encontro a eles. Os faróis de gás xenônio, populares "xenon", estão com os dias contados nas ruas brasileiras. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) editou uma série de medidas para evitar que a "guerra de luzes" se transforme em acidentes e vítimas. A partir de 1º de janeiro de 2009, serão exigidos uma série de equipamentos mais sofisticados para que seja permitido circular com este tipo de farol.
Segundo a resolução 294 do Contran, só poderão rodar com faróis de xenônio os carros que tiverem um sistema que regula a altura das lâmpadas quando há desnível na pista ou sobrecarga do porta-malas. A regulagem da altura das lâmpadas impede que o facho de luz do farol suba e ofusque outros motoristas. Também passarão a ser obrigatórios os limpadores de farol, para que uma possível sujeira não mude a direção da luz.
Na prática, quem instalou os faróis de xenônio provavelmente terá que tirá-los, como aconteceu há poucos meses com os engates, que também viraram mania nacional. Segundo o Contran, quem desrespeitar a norma, considerada como infração grave, estará sujeito à multa de R$ 127 e retenção do veículo
Procon divulga Cadastro de Reclamações Fundamentadas
02/12/2008
O Ministério Público do Estado do Ceará, através do coordenador do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-CE), promotor de Justiça João Gualberto, divulgou, ontem, os dados relativos ao 1º ano do Cadastro das Reclamações Fundamentadas, uma das medidas mais eficientes de educação do consumidor e fornecedor. Dentre as 628 empresas cadastradas, as 10 que apresentaram mais reclamações foram: Gradiente Eletrônica S.A. (153), Comercial Rabelo Som e Imagem Ltda (72), C&A Modas Ltda (69), Banco Citicard SA (61), Tim Nordeste Telecomunicações SA (52), Tnl Pcs SA (50), F.S. Vasconcelos & Cia Ltda (49), Extra Hipermercados – Montese (47) e Lojas Americanas SA (47).
O cadastro refere-se aos processos administrativos instaurados de agosto de
O procedimento atende às disposições constitucionais do artigo 5°, XXXII, da Constituição Federal, bem como, ao artigo 44, da Lei n° 8.078/90 e é uma grande contribuição para o exercício do direito de escolha pelo consumidor. O cadastro é dividido por área para facilitar a pesquisa, começando da mais reclamada. Ao ser divulgado o Cadastro de Reclamações Fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços, o Decon se propõe a oferecer à sociedade uma fonte segura de orientação para a participação mais consciente no mercado de consumo. O art. 58, II, do Decreto n° 2.181/97, explicita o que considera uma reclamação fundamentada “a notícia de lesão ou ameaça a direito de consumidor analisada por órgão público de defesa do consumidor, a requerimento ou de ofício, considerada procedente, por decisão definitiva”.
A publicação do cadastro com as decisões definitivas, considerando as reclamações fundamentadas atendidas ou não atendidas, é feito anualmente, sendo a primeira divulgação desde a implantação do sistema acima referido. Para um melhor entendimento, o julgamento das reclamações é uma decisão opinativa estabelecendo uma sanção pela infração de ordem consumerista. É uma decisão emitida pelos promotores de Justiça de Defesa do Consumidor cabendo recurso com caráter suspensivo. O não pagamento enseja inclusão na dívida ativa do Estado. Essa lista foi enviada para publicação no Diário de Justiça do Estado e encontra-se de forma permanente no site do Procon.
A Ordem dos Advogados do Brasil participou da audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para debater a aplicação do Exame de Ordem, necessário para que o bacharel em Direito obtenha a carteira de advogado. Representaram a OAB nos debates o vice-presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem, Dilson Lima - especialmente designado pelo presidente nacional da OAB, Cezar Britto - e o conselheiro federal da OAB pelo Distrito Federal, Esdras Dantas. Eles saíram em defesa da manutenção do exame, o qual classificaram como "importante instrumento aferidor do conhecimento do bacharel em Direito".
A audiência foi solicitada ao presidente da Comissão da Câmara, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), pelo Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNDB) e pelo Movimento Brasil dos Bacharéis em Direito (MBBD), em razão do número crescente de reprovações no exame.
Fonte: http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=15421
Por: Frederico Vasconcelos (jornalista da Folha de SP)
A Folha de São Paulo publicou texto, em sua edição de 03/12, revelando que o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, negou que tenha feito críticas à independência de juízes da primeira instância. O presidente do STF disse que se referia a um caso ocorrido no Rio Grande do Sul.
Reportagem publicada na última terça-feira na Folha relatou que Mendes voltou a atacar os juízes de primeiro grau, ao afirmar que muitos magistrados estariam decidindo em desacordo com a jurisprudência do STF e do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e, com isso, sobrecarregando instâncias superiores.
"É um independentismo que leva a sentenças precárias, que, sabem, mais tarde serão cassadas", disse Mendes anteontem na Fiesp.
"Eu não fiz crítica no jornal Folha de S.Paulo. Acho que o jornal é que fez uma grande confusão aqui", afirmou ontem. Ele disse ter citado decisão do STJ contrária à posição fixada pelo Tribunal de Justiça do RS. "Os recursos [sobre o tema da decisão] estavam lá [no TJ-RS] sobrestados e eles tiveram de rejulgar. O que fez o desembargador nesse caso? Pediu para sair da Câmara Cível, onde estava, para a Câmara Criminal. Então eu dei isso como exemplo e disse: "Veja que, às vezes, o independentismo" -usei essa expressão- "pode causar, na verdade, danos para todos"."
Mendes também disse que não criticou o "excesso de decreto de prisões provisórias", citando novamente a Folha. Mas o texto do jornal reproduz corretamente a preocupação do ministro do STF com o número de presos preventivamente que já deveriam ter sido julgados e até mesmo soltos.
E EIS QUE SE APROXIMA O NATAL...
Por: Dra. Shirley de Campos
Está na hora de arrumar a casa para esperar a chegada do Pai Natal. Montar a árvore de Natal, comprar e embalar presentes, pensar na mesa para a ceia, são alguns costumes que já estão arraigados e ajudam a preparar o espírito natalício.
O hábito de se decorar a árvore de Natal deve-se aos alemães.
A tradição chegou à América no século XVIII.
Em Portugal, há muitos anos que se enfeita as casas para o Natal.
Enfeites, luzes, árvores e grande variedade de motivos de Natal.
Também se usa produtos naturais como flores e frutas para dar um toque pessoal aos seus enfeites. Só é preciso alguma imaginação e trabalho para se fazer um Natal diferente.
Depois da casa enfeitada, não se deve esquecer de preparar a mesa para a grande noite. A sugestão que apresentamos na página Mesa, serve para tirar idéias. A maneira de colocar os pratos, facas, copos, até ao centro de mesa. Depois é o seu gosto e imaginação.
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Embrulhos dão um toque especial
Uma árvore de Natal bonita e enfeitada completa-se com vários presentes debaixo dela. Acreditando ou não que o Pai Natal exista, todos gostam de ser lembrados. Papéis coloridos, grandes laços, flores e cartões dão um toque especial em qualquer presente. Para quem tem tempo e gosta de embrulhos exclusivos, o ideal é fazer com antecedência.
Outra sugestão é personalizar o presente bordando desenhos nas próprias caixas. Pode bordar motivos natalícios em ponto cruz e ponto cheio. A caixa ou o pacote fica personalizado.
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A tradição corre o mundo
Existem várias versões para a origem do costume da árvore de Natal.
A história mais comum remonta à primeira metade do século 8, na Alemanha. Nessa época, o monge britânico São Bonifácio pregava um sermão sobre o Natal em uma tribo alemã. Para tentar acabar com a adoração que esse povo tinha pelo carvalho, cortou uma árvore dessa espécie. Na queda, os galhos destruíram tudo em volta, com exceção de um pequeno pinheiro. O monge aproveitou o fato e afirmou que havia acontecido um milagre, pois o pinheiro simbolizava a "árvore do Menino Jesus". Com o passar dos anos, além de manter a tradição da árvore, os alemães começaram a enfeitá-la com chocolates, rebuçados, maçãs e papéis colorido.
A colocação de luzes nas árvores é atribuída ao criador da reforma protestante, Martinho Lutero. Conta-se que ele passeava na floresta quando viu as luzes das estrelas atravessarem os galhos dos pinheiros. Quando chegou a casa, quis mostrar a cena aos filhos e iluminou uma árvore com velas.
No século 19, foi a vez da Inglaterra vitoriana conhecer a árvore de Natal. O príncipe Albert, marido da rainha Vitória, trouxe o enfeite para o Palácio Real. Filho de um nobre alemão, o príncipe cresceu ajudando a decorar pinheiros de Natal. Quando se casou, pediu à sua mulher que adotasse o costume de seu país.
Na América as árvores desembarcaram em plena guerra revolucionária. Em 1804, os soldados de Fort Dearborn ( agora, Chicago) montaram os pinheiros no meio das barricadas. Em 1923, o símbolo conquistou o lugar de maior prestígio dos Estados Unidos, a Casa Branca.
O então presidente Calvin Coolidge estabeleceu uma cerimônia para acender as luzes da árvore de Natal nacional. A data, atualmente, faz parte da comemoração norte-americana da festa natalícia.
PRA RIR!!
Contribuição do meu amigo Oliveira
A Lancôme mostra mais uma novidade para o mundo da beleza: o rímel vibrador.
Calma mulherada carente, ele só serve para maquiar mesmo! Quem quiser conferir a novidade, basta procurar uma boa loja de maquiagens para fazer um teste. Ah, faça e conte aqui no blog pra gente, ok?
Quem quiser conferir a inovação (que eu ainda não sei pra que serve), basta acessar o site http://www.lancome.fr/_fr/_fr/
IMÓVEL PARA ALUGAR? DICAS
SOBRE ALUGUÉIS!
1. Quando o contrato de locação é verbal, ou omisso, os impostos, as taxas e o prêmio de seguro complementar de incêndio, incidentes sobre o imóvel, são de responsabilidade do LOCADOR.
2. O recibo de aluguéis, para o LOCATÁRIO, deve ser discriminado, informando cada parcela paga, separadamente, posto que a Lei proíbe o recibo genérico, global.
3. O LOCADOR tem direito a fazer uma revisão do valor do aluguel, de 03 em 03 anos, ajustando-o ao preço de mercado. Contudo, se houver um acordo sobre valores nesse espaço de tempo, o prazo só começará a correr contado do último acordo.
5. Quando o LOCADOR não providenciar uma vistoria do estado do imóvel locando, ou o fizer de forma incorreta, o LOCATÁRIO tem direito de exigir uma descrição minuciosa do estado do imóvel que está recebendo, exatamente para não ser obrigado a fazer reparos futuros, indevidamente.
7. O LOCATÁRIO tem direito de descontar dos aluguéis mensais o valor pago, ao condomínio, a título de despesas extraordinárias e fundo de reserva.
8. O LOCADOR tem direito de exigir a retomada do imóvel quando o LOCATÁRIO o sublocar a terceiros, parcial ou totalmente, salvo se previsto no contrato ou autorizado por escrito.
10. As multas, por atraso no pagamento, ou por descumprimento dos deveres do LOCATÁRIO, ou do LOCADOR, só poderão ser cobradas se previstas no contrato de locação.
Ei, se você tiver um imóvel destinado a aluguel e precisa de alguém para administrar, me procure, viu?