domingo, 15 de fevereiro de 2009

PORQUE A PROVA PRÁTICA SERÁ MAIS DIFÍCIL?

Anular ou não anular: Eis a questão!


Do blog do Dr.Maurício Giseler de Assis

Como, quando, onde e por quê o Cespe/OAB anula uma questão? Essa pergunta não é simples de responder, mas certas balizas para se projetar uma resposta podem ser traçadas.

O primeiro ponto: O Cespe protege o seu gabarito. 

Isso é meio que óbvio. No exame unificado 01/2008, aproximadamente 15 questões foram fortemente criticadas porque possuiam, em maior ou menor grau, algum tipo de vício ou falha que implicaria em suas anulações. No exame 02/2008 esse número beirou umas 12 questões. Mesmo assim, em cada certame apenas 3 questões foram anuladas. 

Ou uma multidão de bacharéis e professores de cursos jurídicos não sabem nada ou o Cespe protege a prova que aplica. Prefiro a segunda opção. Seria difícil explicar que uma prova tivesse 15% de suas questões anuladas por quaisquer tipos de erros. Isso é quase impossível de acontecer, pois o desprestígio seria tremendo, além de que o próprio exame em si seria muito criticado (mais do que já é). Logo, não esperem nada além de 4 questões anuladas, e isso com muita boa vontade e reza braba.

O segundo aspecto: O judiciário protege as bancas

O Blog já publicou vários arestos, tanto dos TRF's como do STJ, em que a jurisprudência dominante aduz que não cabe ao judiciário adentrar no mérito das correções, pois isto implicaria em uma intromissão indevida na discricionariedade da administração, vulnerando, ao fim, o princípio da separação dos poderes.

Assim, uma questão só é anulada pela via judicial se ela contiver um erro material (erro de digitação), ou se ela violar o próprio edital. O Cespe, sabedor disso, geralmente só anula as questões que possuam vícios materiais, ou, se ocorrer, aquela que afrontou o edital. Questões que tratam de matérias em que hajam divergências na jurisprudência, dúbia aplicação da lei, ou mesmo altercações doutrinárias, têm pouquíssimas chances de serem anuladas. Claro, pode-se errar nessa avaliação, mas essa lógica já foi percebida antes, em mais de uma oportunidade, e é improvável que será diferente no futuro.

Terceiro aspecto: A porteira não está fechada, mas também não está aberta.

Vou defender uma tese aqui baseada apenas na mera observação; ou seja, vou especular. O Cespe/OAB trabalha com percentagens de aprovação. Ou melhor, com percentagens de reprovação. De uma forma ou de outra, o percentual geral de reprovados em todos os exames de ordem é igual, variando entre 75% a 85%, aproximadamente. Por que creio isso?

Vejamos o que ocorreu no exame unificado 02/2008. O índice geral de aprovação na primeira fase, em boa parte das seccionais, orbitou aproximadamente em 40% dos candidatos. Foi um percentual expressivo de aprovação. Pois bem, a segunda fase desse exame, sem medo de errar, foi a mais difícil até agora, em todas as áreas, desde o início do exame unificado. Resultado: o índice de aprovação na segunda fase, que antes era em torno de 85 a 90 porcento dos candidatos, foi reduzido para 55 a 60 porcento, mantendo a média dos exames anteriores quanto ao percentual de reprovação final do exame, ou seja, algo em torno de 75% a 85%. Conclusão: modulou-se o grau de dificuldade da segunda fase para se realizar um ajuste no resultado final do exame.

Não pensem que o grau de dificuldade da prova é aleatório, irrefletido. Ele é cuidadosamente pesado, ponderado e escolhido. A elaboração da prova certamente é feita projetando-se estatísticamente um número x (aproximado) de aprovados.

Poder-se-ia perguntar: Mas o exame não serve para aferir a capacidade do bacharel de advogar? Honestamente, a resposta é não. Advogar NÃO é uma atividade simples, que demande apenas o conhecimento jurídico exigido no exame de ordem. Selecionar os bacharéis através de múltiplos critérios seria impossível (assim como é em qualquer concurso que envolva muitos candidatos). A prova só demonstra, e o faz apenas naquele momento, se o bacharel sabe um mínimo para ser aprovado, de acordo com o que a OAB deseja ver naquele grupo de candidatos. Ou seja, o critério é completamente subjetivo, dentro da lógica da própria entidade. Se o exame de ordem tivesse o grau de dificuldade que as provas para técnico judiciário têm, seria um massacre. Se a OAB exigisse que os candidatos acertassem pelo menos 50% de cada matéria, seria uma carnificina abjeta, e, se a OAB exigisse que os candidatos fizessem 60% dos pontos da prova objetiva, então teríamos um tragédia homérica, um holocausto: os índices de reprovação seriam superiores a 90%, e isso com muitíssima boa vontade. A OAB não quer se expor com uma prova medonha de difícil (na lógica dos bacharéis) mas também não pode aplicar uma prova para inglês ver: Um padrão de reprovação elevado, mas não muito, é o ideal.

O exame de ordem apenas seleciona, por baixo, quem tem um mínimo, mas um mínimo mesmo de preparo (ou de memória, já que 80% da prova é aplicação de lei seca). Se um patamar médio de reprovação não for estabelecido na visão da OAB, nós teríamos o mais absoluto caos no sistema judiciário, repleto de advogados inaptos ao exercício da advocacia, comentendo toda sorte de barbeiragens (e como vocês sabem, não é bem o exame de ordem que impede certas atrocidades vistas por aí)

Não vou aqui entrar no mérito se o exame é inconstitucional, injusto, deletério, etc, etc, etc, mas fiquem certos que a OAB, sempre, vai impor um padrão de seleção (ou de reprovação, como queiram) para evitar que a própria classe que ela representa caia em descrédito, mesmo que para isso tenha de abrir mão, hoje, de cerca de 3 milhões de anuidades (3 milhões é a estimativa de bacharéis de direito existentes no Brasil, fora os que já são advogados), o que renderia um dinheirinho muito mais interessante do que a simples cobrança de inscrições para o exame. Não se trata, e nunca se tratou, de uma questão econômica.

Essa é a lógica que norteia o exame de ordem: nada é deixado ao acaso. Uma anulação representa a inclusão de dezenas/centenas de candidatos. Cinco anulações? Certamente três ou quatro centenas de candidatos a mais, em cada seccional. Só em São Paulo seriam milhares. E isso o Cespe/OAB não vai permitir, pois romperia com a estimativa de aprovados/ reprovados previamente calculados. Como eu disse: nada ao acaso, tudo devidamente programado e pensado. Ou vocês acham que o Cespe é uma bagunça e que a OAB é cheia de inocentes? É a maior organizadora de concursos do Brasil em conjunto uma das mais poderosas instituições do País, que possuem, consideradas em conjunto ou isoladamente, tremendas estruturas, ampla logística e muitas cabeças pensantes. Falhas nas elaborações de provas acontecem o tempo todo, independente do concurso, órgão, entidade ou organizadora. Assim é a vida. Se isso é justo? Aí é outra história...

De toda forma, já que de bumbum de neném e da cabeça de juiz tudo pode sair, assim também é com o Cespe/OAB. Essas breves linhas podem estar completamente erradas...ou não. Você decide!

Boa sorte no domingo para todos!! 

Direto da conexão com meu amigo Diógenes

Conselhos de cearense para 2009

1. Você já é um cagado por estar vivo, pense nisso e agradeça a Deus.

2. Não fique arrudiando para estar junto de quem você gosta, se avexe.

3. Não bote boneco no trabalho, seja paciente.

4. Pra você ficar estribado é preciso trabalhar. Não fique frescando
com os colegas. Funcionário que não dá um prego numa barra de sabão
não fica não.

5. Se você tiver mesmo afim de sair porque não agüenta mais aquele seu
chefe véi fulerage, aquele cabra que te deixa fumando numa quenga,
tenha calma, pois não adianta ficar ispritado porque ele não reconhece
que você rala o bucho no trabalho, vá procurar algo melhor e cape o
gato na hora H.

6. Mesmo que seus objetivos estejam lá na baixa da égua, vale a pena
buscá-los e dê uma rabiçaca para os maus pensamentos, pois pra gente
conseguir o que quer tem é Zé.

7. Dê um desconto para aquele cabra que só bate fofo com você. Vale a
pena investir, pois de tanto insistir pode nascer um bruguelo ou um
minino réi amarelo.

8. Quando quiser algo, seja o cão chupando manga e vá em frente. Não
desista e dê uma pinóia pros maus pensamentos.

9. Você é um(a) corralinda, é importante que você ame a si próprio.
10.Não vá bulir em coisa que tá dando certo. Deixe quieto, pois de
tanto coisar com uma, coisar com outra, vc pode ganhar um chapéu de
touro, seu mói de chifre. E se quiser matar o verme, procure o
doidim/doidinha que está a seu lado.

11.Você ainda não tem ninguém, não pegue qualquer marmota. Escolha uma
corralinda igual a você e não rebole no mato as boas oportunidades.

12.Pras vitalinas (aquelas que o cabra não pode nem triscar que já
ficam igual a uma barata num bico de uma galinha) fi qu em pastorando
até encontrar alguém pai d'égua. Não escolha um cabra peba ou
malamanhado. O segredo é pelejar e não desistir. Não peça pinico e
deixe quem quiser mangar. Um dia seu machoréi vai encontrar.

13.Não fique batendo o quengo pensando em besteira, tenha pensamentos
positivos e diga: Sai mundiça.

14.Se algo não sair como você planejou, não fique de lundu. Saia com
aquele magote de amigo pra butar buneco.

15.E na noite da entrada do ano, coma aquela gororoba prá dar sorte
até encher o bucho, mas não demais senão dá gastura. Ah! Não esqueça
do grito de guerra pra dar mais sorte ainda:
iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiei Queima raparigal!

16.
Aí é torcer que 2009 vai ser só o mi dibuiado e respeite como ele
vai ser bom.


sábado, 14 de fevereiro de 2009

Amigos, 

Agora em abril próximo acontecerá no campus das humanas, no Benfica, a VI Semana de Humanidades da UFC (do dia 27 a 30/04/2009), evento que agora vos convido e onde terei a oportunidade de ministrar um mini-curso, cujo título é  "Estetismo e publicidade: parâmetros para uma análise jurídica e psicológica do fenômeno consumerista", programado para acontecer nos dias 27, 28 e 29/04/2009, no turno da manhã, especificamente no horário de 8h às 10h. 

A idéia central do meu projeto é apresentar e discutir criticamente as principais questões que giram em torno do ato de consumir, considerando o aspecto psicológico do consumidor, através dos apelos estabelecidos pelas políticas midiáticas, bem como o aspecto jurídico, expresso pela necessária intervenção do Estado em tais estratégias mercadológicas, evidenciando as inevitáveis implicações de ordem social, cultural e política. 

A minha intenção é refletir acerca da compreensão de que modo a "descartabilidade" da mercadoria faz parte de uma lógica programada e pontuada, na qual um objeto não é consumido somente pelo que ele é (ou seja por ele mesmo), mas pelo que representa, num quase sempre para além da necessidade.

Aos que tiverem interesse, sugiro entrar no site www.ch.ufc.br e lá se inscreverem, além de tomarem informações a respeito das várias opções ofertadas, tanto de mici-cursos quanto de oficinas, incluindo-se aí as atividades propostas pelas Casas de Cultura Estrangeira. 

Outras informações podem ser tomadas atavés do telefone (85) 3366.7600.

Abraço!

TAROT OU TARÔ

Uma das muitas explicações fornecidas para a misteriosa palavra Tarô é a sua origem, extraída das palavras egípcias Tar, (significa Caminho) e Ro (significa Real). Juntas, lê-se “O Caminho Real da Vida” ou “A Estrada Real”.

Embora sejam popularmente conhecidas como um meio para “adivinhar” ou prever o futuro, as cartas do tarô representam muito mais do que isso. Elas são, na verdade, um importante instrumento de acesso ao inconsciente do homem e podem ser de grande ajuda no seu processo de auto-conhecimento.

ORIGEM
O tarô é um baralho de cartas misterioso, de origem desconhecida. Tem, pelo menos, seis séculos de existência. As lendas contam que, algum tempo depois da destruição dos mistérios da Antiguidade e antes do início da Idade Média, alguns homens sábios reuniram-se em Fez, no Marrocos. Criaram, então, o que pode ser chamado de um livro didático em gravuras. Neste livro, eles concentraram, em forma simbólica, todos os ensinamentos ocultos e as experiências místicas relatadas pelos sábios.

SIMBOLISMO
As descobertas arqueológicas da humanidade sempre trouxeram à tona representações simbólicas comuns aos seres humanos, independentemente de sua época ou cultura. 

O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, criador do conceito de psicologia analítica, foi o primeiro a aprofundar-se no estudo destes símbolos, denominando-os de manifestações do “inconsciente coletivo” da espécie humana. De acordo com Jung, o consciente e o inconsciente existem num estado profundo de interdependência recíproca, e o bem-estar de um é impossível sem o do outro. 

O médico apresentou provas extraídas de seu trabalho entre os chamados “loucos” e as centenas de pessoas “neuróticas” que lhe pediam uma resposta para os seus problemas. 

As provas apontavam que a maior parte das formas de insanidade e desorientação mental eram causadas por um estreitamento da consciência, ou seja, quanto mais estreita e mais racionalmente focalizada fosse a consciência do homem, tanto maior seria o perigo de hostilização das forças universais do inconsciente coletivo e, conseqüentemente, o surgimento de doenças e desequilíbrios psicológicos.

Jung reconheceu de pronto, no tarô, a sua potencialidade em antecipar os padrões profundos do inconsciente coletivo. Isto significa que os conceitos trazidos “`a luz da consciência” pelas cartas do tarô, são comuns a todo ser humano. 

O MAPA DA JORNADA
Simbolicamente, o tarô seria a “ representação” da jornada interior do ser humano em seu processo evolutivo, e as energias que ele mobiliza ao longo desse processo. O baralho completo do tarô consiste em 78 cartas, divididas em dois grupos: Arcanos Maiores ou Trunfos Maiores (22) e Arcanos Menores (56).

De um modo geral, podemos dizer que as 56 cartas dos Arcanos Menores representam o “eu exterior” (ou a personalidade do homem). Já as 22 cartas dos Arcanos Maiores simbolizam o reino secreto do “eu” interior (ou a individualidade). 

A psicologia junguiana reconhece quatro funções básicas da consciência: a sensação, o sentimento, o pensamento e a intuição. Essas funções são relacionadas aos quatro naipes do tarô. Assim sendo, o naipe de Pentagramas representa a função da sensação, o das Taças está relacionado com o sentimento, o dos Gládios com o pensamento, e dos Bastões com a intuição.

Os Arcanos Maiores ou Trunfos apresentam figuras humanas e objetos. Cada uma das figuras simboliza situações ou pessoas que fazem parte da história de qualquer ser humano. O Imperador simboliza a figura paterna, a Imperatriz está relacionada com o feminino maternal, a Lua simboliza o mundo das emoções e da intuição, o Papa representa o mestre espiritual interno e assim por diante. 

CONSULTA
Ao realizar uma consulta para saber que atitude tomar frente à uma situação, a pessoa vai obter uma resposta do tarô que traz à tona os seus conteúdos inconscientes. São os medos, sentimentos, emoções e expectativas relacionadas àquela questão. 

Assim, poderá melhor entender seu próprio comportamento diante das situações da vida e decidir-se pela opção que lhe trará equilíbrio interior e alegria. 

O tarô pode ser um valioso instrumento terapêutico, ajudando o ser humano a conhecer-se e transformar-se, visando um maior equilíbrio interior e relações harmoniosas consigo e com o mundo.

Autora: Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga,
Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.

DESEMBARGADOR LUNGA

Fonte: blog do Dr. Carlos Zamith

Seu Lunga é um famoso morador da cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, conhecido por sua grosseria e impaciência com quem se atreve a lhe interpelar. É personagem de várias piadas que circulam pelo Brasil afora.

Lá em Goiás existe um Desembargador “Lunga”.

Segundo o blog Café do Richard, numa das sessões da 2ª Câmara Cível do TJ de Goiás, o desembargador Lunga julgou em bloco todos os processos que envolviam seguro DPVAT,  sem analisar a individualidade de cada apelação e ainda  proibiu aos advogados a se pronunciarem em sustentação oral.

Os advogados presentes na sessão requereram as fichas de inscrição, porém foram informados pela oficial de justiça que o desembargador as tinha rasgado.

Ainda de acordo com o Café do Richard, as ações do magistrado causaram indignação aos advogados e forte constrangimento aos demais integrantes da Câmara Cível.

PS. O leitor Ericson Douglas B. Branco postou comentário, dando conhecimento da resposta do desembargador sobre a querela acima divulgada. Ei-la.

 

“O presidente da Segunda Câmara Cível do TJ-GO, Desembargador João Waldeck Félix de Sousa, convocou hoje (04/02/2009) membros da Comissão dos Advogados Militantes na Área Securitária para prestar esclarecimentos sobre os fatos ocorridos ontem (03/02/2009), durante sessão de julgamento do órgão.

O desembargador afirmou que os fatos de ontem não passaram de mal-entendidos, garantindo que respeita e garantirá os direitos e prerrogativas do advogado. Garantiu ainda que os processos serão julgados individualmente e minuciosamente, reconhecendo o caráter social e alimentar do seguro obrigatório – DPVAT, e a importância da matéria. Também está preservado o direito de sustentação oral do advogado regularmente inscrito para fazê-la, observando o devido processo legal, assegurado pela Constituição.

O vice-presidente da Comissão de Advogados Militantes da Área Securitária, advogado Flávio Cardoso, disse ao Opinião Jurídica que “o convite do Desembargador foi positivo, esclarecendo a situação, reafirmando o compromisso da Segunda Câmara Cível em julgar imparcialmente os processos da área securitária, de forma célere e justa.”

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Imagem da noite...

(Autor: blog visão panorâmica)

Imagine ter uma empresa com centenas ou milhares de funcionários. Há uma vaga para promoção e, dentre todos os seus empregados, você escolhe justamente um que está sendo processado por uma série de crimes? Só se você quiser ter a sua empresa roubada e ir a falência; não é mesmo?

Pois é. Mas, em nosso país, o poder responsável pela fiscalização do cumprimento das leis pouco está se lixando para isso. Juízes acusados de todos os tipos de crimes continuam recebendo salários, são aposentados com régios pagamentos mensais ou (pasmem) mantidos na ativa exercendo suas funções normalmente (mesmo sob suspeição) e, ainda por cima, promovidos.

A juíza Ângela Catão, da 11ª Vara Federal de Belo Horizonte, está sob suspeita ao ser investigada por sua participação numa quadrilha que era responsável por desvios no Fundo de Participação dos Municípios. Num rombo (ou roubo) que lesou a nação em mais de duzentos milhões de reais. 

veja nesse link tal situação: 

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/09/pf_desbarata_esquema_de_liberacao_irregular_de_verbas_do_fundo_de_participacao_dos_municipios-426753341.asp


A meritíssima investigada será alçada a egrégia categoria de desembargadora. Recebendo ainda mais e tendo direito a uma aposentadoria maior ainda. O mais inacreditável em tudo isso; é que apesar das normas do Poder Judiciário exigirem que a aprovação da promoção seja baseada na escolha de dois terços do colegiado da Corte Especial do TRF da 1ª Região, tradicionalmente o critério da antiguidade é o referendado para essas promoções. E a aprovação da juíza tenderá a ser automática e sem qualquer problema.

É inacreditável que magistrados se arvorem no corporativismo e em tradições obscuras e aceitem trabalhar lado a lado com alguém que é acusado de inúmeros crimes e de corromper a sagrada profissão de juiz a interesses escusos e nada lícitos. É claro que ninguém pode ser condenado sem sentença transitada. Contudo, dado ao caráter da profissão que abraçam, juízes não poderiam continuar exercendo suas atividades enquanto estivessem sob suspeita. Em tese; qualquer decisão que foi tomada por essa juíza (e por qualquer outro condenado por crimes) pode ser revista caso ela venha a ser condenada finalmente. Afinal de contas, quem pode garantir que as sentenças proferidas em todos os processos julgados por ela não tenham sido compradas?

Alçar uma figura tão mancada pela suspeição e acusada de crimes tão graves a um lugar na magistratura onde terá ainda mais poder decisório e mais capacidade de gerar prejuízos em processos que venha a julgar é algo surreal e totalmente absurdo.

Assim como o juiz Lalau, que goza de toda a fortuna que roubou impunemente, sob uma pseudo condenação desfrutada numa mansão paga pelo fruto de seus crimes; nosso país continua a oferecer o “mais do mesmo” a um povo cansado de ser aviltado e de ver os poderosos se fartarem com as entranhas da nação e saírem totalmente impunes de seus crimes.

Tal nível de desmandos e de coisas inacreditáveis; nos revertem a um certo verão há quarenta e cinco anos, quando os tanques tomaram as ruas e o clamor das botas e das armas calou as vozes de milhares de cidadãos.

Ao compararmos os acontecimentos vividos hoje, com aqueles anos pré-golpe militar; podemos perceber, com toda clareza, que todo o acontecido que acabou causando o golpe militar não é absolutamente nada frente ao que vemos atualmente. Resta-nos saber, se nossas forças armadas ainda estarão dispostas a mergulhar as mãos nessa sujeirada toda ou se apenas irão se contentar em observar impassíveis a verdadeira palhaçada em que nossa nação mergulhou. Contentando-se apenas em angariar aumentos de salários e regalias para o oficialato. O mais triste de tudo é perceber que grande parte da população já anseia por uma retomada do militarismo e está tão descrente e desesperançada com a democracia e com os abusos e absurdos que se sucedem; que sentem-se propensos até a aceitar um regime ditatorial.

Sinceramente? Isso é desesperador.

Pense nisso.


[Fonte:http://www.visaopanoramica.com/2009/02/10/juizes-promocoes-e-o-mesmo-de-sempre/]

A importância (ou não) do estudo


QUANDO SE TEM DOUTORADO
O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através da fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum, (Linneu, 1758) isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e restasretilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera.(Linneu, 1758) No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.

QUANDO SE TEM MESTRADO
A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo.
Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.

QUANDO SE TEM GRADUAÇÃO
O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando-se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.

QUANDO SE TEM ENSINO MÉDIO
Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.

QUANDO SE TEM ENSINO FUNDAMENTAL
Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.


QUANDO SE TEM POUCO ESTUDO
Rapadura é doce, mas não é mole, não!


Concluindo: quanto mais você estuda, mais você complica as coisas simples da vida! Será????

Fonte: http://peramblogando.blogspot.com/

 


Presidentes de comissões de
todo o País discutem na
 Capital o Exame de Ordem
12/02/09 09:05
Por: Thiago Gomes, OAB-MS

Presidentes das Comissões de Exame de Ordem das seccionais da OAB de todo o País estarão reunidos em Campo Grande, nesta sexta-feira e sábado (13-14/02). O encontro, que entre os seus diversos temas permitirá a discussão sobre os últimos resultados do Exame de Ordem Unificado, acontecerá no plenário da OAB-MS, a partir das 9 horas. O vice-presidente nacional, conselheiro federal Vladimir Rossi Lourenço, participa do evento. 

Os trabalhos serão abertos pelo coordenador do Exame de Ordem Unificado, Dilson José de Oliveira Lima, seguidos de pronunciamentos do presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-MS, Alexandre Bastos; e da presidente da Comissão Nacional do Exame de Ordem, Avelina Hesketh. 

Também será feita a leitura e assinatura da ata da última reunião, ocorrida no Rio Grande do Norte, além de discussão sobre os recursos impetrados contra questões da última prova objetiva. No período da tarde, os debates serão retomados às 14 horas, ainda enfocando aspectos da aplicação da prova objetiva do âmbito do Exame de Ordem Unificado 2008-3. 

Para às 16h15min estão previstas discussão e deliberação sobre procedimentos uniformes a serem adotados na prova prático-profissional com a participação dos representes da Cespe.UNB. 

No sábado, a reunião será retomada às 9 horas, com a discussão e deliberação sobre propostas de melhoria no Exame de Ordem Unificado; discussão e sugestões sobre o projeto de alteração do Provimento 109/2005. O encontro será encerrado às 12 horas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A B O B R I N H A

E viva a beleza negra de Michele Obama, 

agora capa da Vogue!

QUANTIDADE DE ADVOGADOS E ESTAGIÁRIOS OFICIALMENTE CADASTRADOS NAS OAB´s DOS ESTADOS BRASILEIROS

Aí gente, para termos uma noção da concorrência de mercado a enfrentar!  K

Seccional

Advogado

Estagiário

Total

AC

1653

324

2004

AL

5262

165

5472

AM

4180

108

4316

AP

1019

49

1105

BA

18645

3754

22644

CE

12248

589

12894

DF

16855

3154

20345

ES

9635

852

10611

GO

16661

3466

20358

MA

5315

260

5685

MG

55615

10

55913

MS

7637

995

8796

MT

7167

3018

10421

PA

8791

666

9552

PB

7194

719

7961

PE

16171

1890

18165

PI

4237

387

4663

PR

33401

474

34624

RJ

104402

24373

129679

RN

4662

263

4956

RO

3286

173

3515

RR

513

36

565

RS

48105

4419

52690

SC

16195

656

17246

SE

3181

278

3510

SP

220959

32238

256257

TO

2721

165

2977

TOTAL

635710

83481

726925

Fonte:http://www.oab.org.br/relatorioAdvOAB.asp