QUANTIDADE DE ADVOGADOS E ESTAGIÁRIOS OFICIALMENTE CADASTRADOS NAS OAB´s DOS ESTADOS BRASILEIROS
Aí gente, para termos uma noção da concorrência de mercado a enfrentar! K
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QUANTIDADE DE ADVOGADOS E ESTAGIÁRIOS OFICIALMENTE CADASTRADOS NAS OAB´s DOS ESTADOS BRASILEIROS
Aí gente, para termos uma noção da concorrência de mercado a enfrentar! K
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Composição: Alexander
Anna
You come and ask me, girl
To set you free, girl
You say he loves you more than me
So I will set you free
Go with him (anna)
Go with him (anna)
Anna
Girl, before you go now
I want you to know now
That I still love you so
But if he loves you more
Go with him
All of my life
I’ve been searchin’ for a girl
To love me like I love you
Oh, now... but every girl I’ve ever had
Breaks my heart and leaves me sad
What am I, what am I supposed to do?
Anna
Just one more thing, girl
You give back your ring to me
And I will set you free
Go with him
All of my life
I’ve been searchin’ for a girl
To love me like I love you
But let me tell you now... but every girl I’ve ever had
Breaks my heart and leaves me sad
What am I, what am I supposed to do?
Anna
Just one more thing, girl
You give back your ring to me
And I will set you free
Go with him (anna)
Go with him (anna)
You can go with him, girl (anna)
Go with him
TRADUÇÃO
Anna Venha me pedir, garota para eu te libertar, garota Você diz que ele te ama mais do que eu Então irei te libertar Vá com ele (Anna) Vá com ele.(Anna) Anna Garota, antes de você partir agora Eu quero que você saiba, agora Que eu ainda te amo mas se ele a ama mais do que eu Vá com ele Em toda minha vida Eu venho procurando por uma garota Que irá me amar como eu te amo Ooh, agora Mas toda garota que já tive, quebra meu coração e me deixa triste o que , o que eu devo fazer Oh, oh, oh, oh, oh, oh, Anna Somente mais uma coisa , garota Devolva seu anel para mim e eu te libertarei Vá com ele Em toda minha vida Eu venho procurando por uma garota Que irá me amar como eu te amo Ooh, agora Mas todas garotas que eu já tive, quebram meu coração e me deixa triste o que , o que eu devo fazer Oh, oh, oh, oh, oh, oh Anna Somente mais uma coisa , garota Devolva seu anel para mim e eu te libertarei Vá com ele (Anna) Vá com ele (Anna) Você pode ir com ele garota (Anna) vá com ele (Anna)
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Cerca de 40% dos professores responsáveis pela alfabetização dos estudantes tiveram na nota abaixo de cinco no teste realizado pela secretaria estadual da educação de São Paulo --ou seja, seriam reprovados. A alfabetização é uma das questões mais graves da educação no país, cuja deficiência explica boa parte da crise do ensino já que o estudante tem dificuldades de ler e escrever.
Obtive esses dados a partir da tabulação das notas dos 48 mil professores temporários da primeira e quarta série (o período de alfabetização). Entre os que seriam reprovados, 2019 tiraram zero ou ficaram muito próximos dessa nota. Apenas 103 (0,2%), daquele total, ficaram com a nota máxima.
De acordo com o documento ao qual tive acesso, 15.800 professores ficaram pouco acima da média, entre a nota cinco e seis, o que significa 32% da amostra. Ou seja, 72% dos professores da primeira e quarta série estão abaixo do regular.
Essas informações detalham notícia divulgada domingo neste espaço, mostrando que do total dos que fizeram a prova (214 mil), 3000 tirar zero e cerca da metade ficou abaixo da média.
O sindicato dos professores conseguiu barrar, na Justiça, a determinação da secretaria da Educação de que as notas servissem como critério para os temporários escolhessem aula na rede pública.
| | Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras. |
AS 10 PALAVRAS MAIS LONGAS DA LÍNGUA PORTUGUESA
10º. Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente
9º. Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta
8º. Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade
7º. Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen
6º. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas
5º. Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça
4º. Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química
3º. Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin
2º. Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct
1º. Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas
fonte: http://jacarenaocomealpiste.blogspot.com/2008/10/10-palavras-dificeis-de-ler.html
A piada judicial que se transformou o despacho do juiz Claudio Ferreira Rodrigues, da Vara Cível de Campos dos Goytacazes (RJ), foi o texto mais lido da revista Consultor Jurídico. Desde que foi publicado no dia 1º de fevereiro, o texto teve 4 mil acessos. A medição é feita pelo Google Analycts. Na ação, o consumidor reclamou da TV com defeito comprada nas Casas Bahia e, no seu despacho, o juiz indagou como ele iria ver as gostosas do Big Brother, o time de futebol e quiçá o Jornal Nacional.
O texto mais relevante da semana, contudo, não registrou visitas significativas. Na quinta-feira (5/2), o Supremo Tribunal Federal decidiu que um condenado só poderá ser preso com o processo transitado
Ainda em um período de sete dias, a ConJur recebeu 269 mil acessos, 30 mil a menos se comparado com as visitas da semana passada. A cobertura do Geo Map, ferramenta do Google, também apontou visitas de 12 países. Dentre eles, Angola, Argentina, Candá, Espanha e Portugal.
O dia 3 de fevereiro, terça-feira, foi o mais acessado. A revista recebeu 35 mil visitas. Neste dia, foram destaques dentre outros os textos:
O justo e o legal
Em segundo lugar no ranking de notícias, com 3,7 mil acessos, ficou a entrevista do ministro Cezar Peluso, concedida ao correspondente Rodrigo Haidar. Dentre vários temas, Peluso reforça que por mais nobre que seja o objetivo não se pode atropelar a lei. De acordo com ele, muitas decisões do Supremo Tribunal Federal são contestadas. “O motivo é o fato de a corte analisar as causas sob o ponto de vista de que os fins não justificam os meios”, explicou na ocasião.
Direito da defesa
Também chamou atenção dos leitores a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a nova Súmula Vinculante, a de número 14. O mecanismo garante aos advogados acesso a inquérito policial, mesmo
Na prática, a súmula privilegia direitos de acusados em processos criminais. A votação no STF foi por oito votos a dois. A proposta foi feita pela OAB nacional. O enunciado aprovado, que começa a vigorar assim que for publicado no Diário Oficial, é o seguinte: “É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo e irrestrito aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório, realizado por órgão de competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”.
Depois de o Supremo Tribunal Federal decidir que os advogados podem ter acesso aos autos, será uma contradição se resolver agora que eles não podem ter acesso aos juízes. Essa é a opinião do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, diante da notícia de que o STF estuda criar uma regra que pode dificultar as audiências de advogados com os ministros.
A revista Consultor Jurídico noticiou neste domingo (8/2) que sete dos 11 ministros do Supremo já subscreveram uma proposta de emenda ao Regimento Interno da Casa com o seguinte teor: “Nenhum ministro é obrigado a receber parte ou advogado, senão na presença do advogado da parte contrária, ou, quando seja o caso, do representante do Ministério Público”.
O presidente da OAB disse à ConJur que não acredita que a regra será efetivamente aprovada. “Tenho certeza que essa alteração não será efetuada, até porque o STF, quando julgou a ADI contra o Estatuto da Advocacia, reconheceu expressamente que os advogados têm direito de conversar com os magistrados. Na verdade, é o mesmo que dizer que o Estado não pode fechar as portas para a defesa”.
Para o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, a regra pode dificultar muito o trabalho de advogados, sobretudo dos que militam na área criminal. “O problema não é nem estar com a parte contrária presente na audiência. Mas quando é que eu terei à disposição o procurador-geral da República para que eu possa despachar um memorial?”, questiona.
Kakay lembrou que advoga junto ao Supremo desde 1981 e que costumava entregar memoriais aos ministros e despachar sem que fosse preciso sequer marcar audiência. “Os tempos são outros, o número de processos tornou a carga de trabalho dos ministros desumana, mas por isso mesmo a audiência com o advogado ganhou maior importância”, defende. “Não vejo motivos para colocar dificuldades nesse contato que deve ser o mais urbano possível.” Kakay ressalta que a audiência entre dois advogados de estados diferentes, então, pode ficar inviável.
A opinião de advogados que costumam despachar no Supremo, contudo, não é unânime. Há quem veja a regra com bons olhos. É o caso da advogada constitucionalista Damares Medina. “Creio que a preocupação maior do STF com essa iniciativa não é obstaculizar o acesso do advogado, mas, sim, garantir a igualdade das partes e o equilíbrio processual recebendo igualmente todas as partes do processo”, diz ela.
De acordo com a advogada, “o acesso da parte, por intermédio de seu representante, ao juiz é uma questão de extrema importância. Contudo, a questão central a ser debatida é o equilíbrio que deve permear todo o processo, desde os atos formais de resposta ou intimação, até a entrega de memoriais e as audiências com o magistrado”.
Damares recorre ao Direito Comparado e cita o exemplo da Suprema Corte dos Estados Unidos para afirmar que a ideia dos ministros não é absurda. “Na Suprema Corte dos EUA, o advogado de uma das partes jamais tem acesso ao ministro sem a presença do advogado da parte oposta. O princípio da igualdade de armas, da igualdade entre as partes orienta esse rigoroso critério”, diz.
De fato, são conhecidos alguns casos de advogados americanos que vieram acompanhar advogados brasileiros em audiências com ministros do STF e se espantaram com o fato de a parte contrária não estar presente. Esse argumento é usado por alguns ministros que defendem a proposta.
Mas a maior parte das opiniões ainda é no sentido de que, se aprovada, a regra dificultará as audiências. Para o advogado Marcelo Turbay, “será praticamente decretado o fim dos despachos com ministros”. Sócio do escritório Donati Barbosa, Campos Costa e Turbay Freiria, que atua na área criminal, Turbay considera que será “extremamente difícil operacionalizar a prática”. O advogado cita o exemplo do Habeas Corpus, no qual o Ministério Público sempre se manifesta antes do julgamento de mérito, para mostrar que já há paridade de armas na disputa.
A advogada Fernanda Mendonça dos Santos Figueiredo considera que se alguns ministros levarem a regra à risca, a parte a quem não interessa a audiência poderá criar obstáculos. “Se a audiência não interessa para meu adversário, ele pode acabar com a minha possibilidade de fazer esclarecimentos ao ministro”, afirma.
Segundo a advogada, a regra ainda pode dificultar uma estratégia processual e premiar quem fica inerte na defesa do cliente. “Como a parte adversária será avisada da audiência, pode começar a se mexer apenas porque foi provocado pela outra parte.”
Como os ministros recebem advogados
Apenas quatro ministros do Supremo Tribunal Federal recebem bem os advogados. É o que os próprios profissionais disseram quando consultados pela revista Consultor Jurídico para a produção do Anuário da Justiça 2009, que será lançado
O ministro Joaquim Barbosa é o único que recebe mal advogados, de acordo com o levantamento. Cármen Lúcia, Cezar Peluso, Ellen Gracie, Eros Grau, Gilmar Mendes e Menezes Direito ganharam avaliação regular.
Para os advogados, Celso de Mello e Marco Aurélio são os ministros que melhor conseguem reservar um horário para ouvi-los sobre os processos. Ouvem com atenção tanto no gabinete quanto nos intervalos das sessões, no Salão Branco do Supremo.
Carlos Britto também é considerado acessível. Pode até discordar, com elegância, mas se mostra interessado nos assuntos levados pela advocacia. Com Ricardo Lewandowski, não é difícil marcar um horário. Mesmo quando tem pouco espaço na agenda, arruma tempo para recebê-los — ainda que de forma rápida entre as sessões do Supremo e as do Tribunal Superior Eleitoral, onde atua como ministro substituto.
Os advogados consideram que é difícil marcar um horário com Eros Grau. Geralmente, conseguem marcar uma data distante e ficam com receio de que o recurso seja julgado nesse intervalo. Eles também reclamam da agenda apertada do ministro Peluso, Ellen Gracie e Menezes Direito. Segundo os advogados, Peluso interage pouco, mas se mostra atento e não os apressa. Ellen Gracie, quando os recebe, é atenciosa e formal. Menezes Direito é cordial, nas audiências, que precisam ser marcadas com bastante antecedência.
Sobre a ministra Cármen Lúcia, os advogados reclamam de ter de solicitar as audiências por e-mail e consideram que é grande a demora para conseguir um espaço na agenda. Alguns disseram que não conseguiram marcar uma audiência, mas quando ela os recebe costuma ser simpática e franca. A reclamação em relação ao presidente do STF, Gilmar Mendes, é a falta de tempo pelo próprio posto que ocupa. Mas quando os recebe demonstra conhecimento do tema e adota uma postura de distância.
Para o ministro Joaquim Barbosa, não sobra nenhum elogio. Ele é considerado um ministro que praticamente não recebe advogados. Quando recebe algum, depois de muita insistência, costuma ser indiferente.
PARA VOCÊ QUE NÃO GOSTA DE GÍRIAS, FALE DIFÍCIL!!!
UMA HOMENAGEM AOS AMIGOS JOSÉ DIÓGENES E VICENTE MARTINS
1 - Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.
(Conversa mole pra boi dormir);
2 - Colóquio sonolento para bovino repousar.
(História pra boi dormir);
3 - Romper a face.
(Quebrar a cara);
4- Creditar o primata.
(Pagar o mico);
5 - Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento..
(Chutar o pau da barraca);
6 - Deglutir o batráquio.
(Engolir o sapo);
7 - Derrubar com intenções mortais.
(Cair matando);
9 -Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.
(Dar uma de João sem braço);
10 -Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira.
(Nem a pau);
11 - Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.
(Nem que a vaca tussa);
12 - Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior.
(Chutar o balde);
13- Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.
(Tirar o cavalinho da chuva);
Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:
14 - A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica!
(A cavalo dado não se olham os dentes!).