quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

QUANTIDADE DE ADVOGADOS E ESTAGIÁRIOS OFICIALMENTE CADASTRADOS NAS OAB´s DOS ESTADOS BRASILEIROS

Aí gente, para termos uma noção da concorrência de mercado a enfrentar!  K

Seccional

Advogado

Estagiário

Total

AC

1653

324

2004

AL

5262

165

5472

AM

4180

108

4316

AP

1019

49

1105

BA

18645

3754

22644

CE

12248

589

12894

DF

16855

3154

20345

ES

9635

852

10611

GO

16661

3466

20358

MA

5315

260

5685

MG

55615

10

55913

MS

7637

995

8796

MT

7167

3018

10421

PA

8791

666

9552

PB

7194

719

7961

PE

16171

1890

18165

PI

4237

387

4663

PR

33401

474

34624

RJ

104402

24373

129679

RN

4662

263

4956

RO

3286

173

3515

RR

513

36

565

RS

48105

4419

52690

SC

16195

656

17246

SE

3181

278

3510

SP

220959

32238

256257

TO

2721

165

2977

TOTAL

635710

83481

726925

Fonte:http://www.oab.org.br/relatorioAdvOAB.asp

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

anna (go to him)

the beatles

Composição: Alexander

Anna
You come and ask me, girl
To set you free, girl
You say he loves you more than me
So I will set you free
Go with him (anna)
Go with him (anna)

Anna
Girl, before you go now
I want you to know now
That I still love you so
But if he loves you more
Go with him

All of my life
I’ve been searchin’ for a girl
To love me like I love you
Oh, now... but every girl I’ve ever had
Breaks my heart and leaves me sad
What am I, what am I supposed to do?

Anna
Just one more thing, girl
You give back your ring to me
And I will set you free
Go with him

All of my life
I’ve been searchin’ for a girl
To love me like I love you
But let me tell you now... but every girl I’ve ever had
Breaks my heart and leaves me sad
What am I, what am I supposed to do?

Anna
Just one more thing, girl
You give back your ring to me
And I will set you free
Go with him (anna)
Go with him (anna)
You can go with him, girl (anna)
Go with him

TRADUÇÃO

Anna Venha me pedir, garota para eu te libertar, garota Você diz que ele te ama mais do que eu Então irei te libertar Vá com ele (Anna) Vá com ele.(Anna) Anna Garota, antes de você partir agora Eu quero que você saiba, agora Que eu ainda te amo mas se ele a ama mais do que eu Vá com ele Em toda minha vida Eu venho procurando por uma garota Que irá me amar como eu te amo Ooh, agora Mas toda garota que já tive, quebra meu coração e me deixa triste o que , o que eu devo fazer Oh, oh, oh, oh, oh, oh, Anna Somente mais uma coisa , garota Devolva seu anel para mim e eu te libertarei Vá com ele Em toda minha vida Eu venho procurando por uma garota Que irá me amar como eu te amo Ooh, agora Mas todas garotas que eu já tive, quebram meu coração e me deixa triste o que , o que eu devo fazer Oh, oh, oh, oh, oh, oh Anna Somente mais uma coisa , garota Devolva seu anel para mim e eu te libertarei Vá com ele (Anna) Vá com ele (Anna) Você pode ir com ele garota (Anna) vá com ele (Anna)

Professores que alfabetizam em SP seriam reprovados

Cerca de 40% dos professores responsáveis pela alfabetização dos estudantes tiveram na nota abaixo de cinco no teste realizado pela secretaria estadual da educação de São Paulo --ou seja, seriam reprovados. A alfabetização é uma das questões mais graves da educação no país, cuja deficiência explica boa parte da crise do ensino já que o estudante tem dificuldades de ler e escrever.

Obtive esses dados a partir da tabulação das notas dos 48 mil professores temporários da primeira e quarta série (o período de alfabetização). Entre os que seriam reprovados, 2019 tiraram zero ou ficaram muito próximos dessa nota. Apenas 103 (0,2%), daquele total, ficaram com a nota máxima.

De acordo com o documento ao qual tive acesso, 15.800 professores ficaram pouco acima da média, entre a nota cinco e seis, o que significa 32% da amostra. Ou seja, 72% dos professores da primeira e quarta série estão abaixo do regular.

Essas informações detalham notícia divulgada domingo neste espaço, mostrando que do total dos que fizeram a prova (214 mil), 3000 tirar zero e cerca da metade ficou abaixo da média.

O sindicato dos professores conseguiu barrar, na Justiça, a determinação da secretaria da Educação de que as notas servissem como critério para os temporários escolhessem aula na rede pública.


Gilberto Dimenstein, 52, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.

I N U S I T A D O & ecológico

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

AS 10 PALAVRAS MAIS LONGAS DA LÍNGUA PORTUGUESA 

10º. Inconstitucionalissimamente (27 letras)
Sinônimo de anticonstitucionalissimamente

9º. Oftalmotorrinolaringologista (28 letras)
Profissional especializado nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta

8º. Anticonstitucionalissimamente (29 letras)
Maior advérbio da língua portuguesa, significa o mais alto grau de inconstitucionalidade

7º. Monosialotetraesosilgangliosideo (32 letras)
Substância presente em medicamentos como o sinaxial e o sygen

6º. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (33 letras)
Doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas

5º. Dimetilaminofenildimetilpirazolona (34 letras)
Substância ativa em vários comprimidos para dor de cabeça

4º. Tetrabrometacresolsulfonoftaleína (35 letras)
Termo específico da área de química

3º. Piperidinoetoxicarbometoxibenzofenona (37 letras)
Substância presente em medicamentos como o Baralgin

2º. Paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol (43 letras)
Substância presente em medicamentos como o Ultraproct

1º. Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico (46 letras)
Relativo a uma doença pulmonar aguda causada pela aspiração de cinzas vulcânicas

fonte: http://jacarenaocomealpiste.blogspot.com/2008/10/10-palavras-dificeis-de-ler.html

Texto sobre gostosas do Big Brother é o mais lido

Por Gláucia Milicio - Revista CONJUR


 

A piada judicial que se transformou o despacho do juiz Claudio Ferreira Rodrigues, da Vara Cível de Campos dos Goytacazes (RJ), foi o texto mais lido da revista Consultor Jurídico. Desde que foi publicado no dia 1º de fevereiro, o texto teve 4 mil acessos. A medição é feita pelo Google Analycts. Na ação, o consumidor reclamou da TV com defeito comprada nas Casas Bahia e, no seu despacho, o juiz indagou como ele iria ver as gostosas do Big Brother, o time de futebol e quiçá o Jornal Nacional.

 

O texto mais relevante da semana, contudo, não registrou visitas significativas. Na quinta-feira (5/2), o Supremo Tribunal Federal decidiu que um condenado só poderá ser preso com o processo transitado em julgado. Por sete votos a quatro, os ministros entenderam que a execução provisória da prisão não pode ser feita enquanto houver recursos pendentes. A decisão foi embasada no inciso LVII do artigo 5º da Carta Magna, que estabelece o princípio da presunção de inocência.

 

Ainda em um período de sete dias, a ConJur recebeu 269 mil acessos, 30 mil a menos se comparado com as visitas da semana passada. A cobertura do Geo Map, ferramenta do Google, também apontou visitas de 12 países. Dentre eles, Angola, Argentina, Candá, Espanha e Portugal.

 

O dia 3 de fevereiro, terça-feira, foi o mais acessado. A revista recebeu 35 mil visitas. Neste dia, foram destaques dentre outros os textos:

  • Direito da defesa
    Súmula Vinculante garante acesso aos autos de inquérito
  • Acordo legal
    Presidente do Supremo defende ampliação da conciliação
  • Cezar Peluso
    "No Brasil, há grande desprezo pela legalidade"
  • Gestão de processos
    Carga de trabalho dos ministros do STF e do STJ está diminuindo

O justo e o legal

Em segundo lugar no ranking de notícias, com 3,7 mil acessos, ficou a entrevista do ministro Cezar Peluso, concedida ao correspondente Rodrigo Haidar. Dentre vários temas, Peluso reforça que por mais nobre que seja o objetivo não se pode atropelar a lei. De acordo com ele, muitas decisões do Supremo Tribunal Federal são contestadas. “O motivo é o fato de a corte analisar as causas sob o ponto de vista de que os fins não justificam os meios”, explicou na ocasião.

 

Direito da defesa

Também chamou atenção dos leitores a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a nova Súmula Vinculante, a de número 14. O mecanismo garante aos advogados acesso a inquérito policial, mesmo em andamento. O texto teve 3,5 mil acessos.

Na prática, a súmula privilegia direitos de acusados em processos criminais. A votação no STF foi por oito votos a dois. A proposta foi feita pela OAB nacional. O enunciado aprovado, que começa a vigorar assim que for publicado no Diário Oficial, é o seguinte: “É direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo e irrestrito aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório, realizado por órgão de competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”.

Advogados são contra regra para 

serem recebidos

DÉBORA PINHO é editora da revista Consultor Jurídico e colunista da revista Exame PME.
RODRIGO HAIDAR é correspondente em Brasília da revista Consultor Jurídico.

Depois de o Supremo Tribunal Federal decidir que os advogados podem ter acesso aos autos, será uma contradição se resolver agora que eles não podem ter acesso aos juízes. Essa é a opinião do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, diante da notícia de que o STF estuda criar uma regra que pode dificultar as audiências de advogados com os ministros.

 

A revista Consultor Jurídico noticiou neste domingo (8/2) que sete dos 11 ministros do Supremo já subscreveram uma proposta de emenda ao Regimento Interno da Casa com o seguinte teor: “Nenhum ministro é obrigado a receber parte ou advogado, senão na presença do advogado da parte contrária, ou, quando seja o caso, do representante do Ministério Público”.

 

O presidente da OAB disse à ConJur que não acredita que a regra será efetivamente aprovada. “Tenho certeza que essa alteração não será efetuada,  até porque o STF, quando julgou a ADI contra o Estatuto da Advocacia, reconheceu expressamente que os advogados têm direito de conversar com os magistrados. Na verdade, é o mesmo que dizer que o Estado não pode fechar as portas para a defesa”.

 

Para o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, a regra pode dificultar muito o trabalho de advogados, sobretudo dos que militam na área criminal. “O problema não é nem estar com a parte contrária presente na audiência. Mas quando é que eu terei à disposição o procurador-geral da República para que eu possa despachar um memorial?”, questiona.

 

Kakay lembrou que advoga junto ao Supremo desde 1981 e que costumava entregar memoriais aos ministros e despachar sem que fosse preciso sequer marcar audiência. “Os tempos são outros, o número de processos tornou a carga de trabalho dos ministros desumana, mas por isso mesmo a audiência com o advogado ganhou maior importância”, defende. “Não vejo motivos para colocar dificuldades nesse contato que deve ser o mais urbano possível.” Kakay ressalta que a audiência entre dois advogados de estados diferentes, então, pode ficar inviável.

 

A opinião de advogados que costumam despachar no Supremo, contudo, não é unânime. Há quem veja a regra com bons olhos. É o caso da advogada constitucionalista Damares Medina. “Creio que a preocupação maior do STF com essa iniciativa não é obstaculizar o acesso do advogado, mas, sim, garantir a igualdade das partes e o equilíbrio processual recebendo igualmente todas as partes do processo”, diz ela.

 

De acordo com a advogada, “o acesso da parte, por intermédio de seu representante, ao juiz é uma questão de extrema importância. Contudo, a questão central a ser debatida é o equilíbrio que deve permear todo o processo, desde os atos formais de resposta ou intimação, até a entrega de memoriais e as audiências com o magistrado”.

 

Damares recorre ao Direito Comparado e cita o exemplo da Suprema Corte dos Estados Unidos para afirmar que a ideia dos ministros não é absurda. “Na Suprema Corte dos EUA, o advogado de uma das partes jamais tem acesso ao ministro sem a presença do advogado da parte oposta. O princípio da igualdade de armas, da igualdade entre as partes orienta esse rigoroso critério”, diz.

 

De fato, são conhecidos alguns casos de advogados americanos que vieram acompanhar advogados brasileiros em audiências com ministros do STF e se espantaram com o fato de a parte contrária não estar presente. Esse argumento é usado por alguns ministros que defendem a proposta.

 

Mas a maior parte das opiniões ainda é no sentido de que, se aprovada, a regra dificultará as audiências. Para o advogado Marcelo Turbay, “será praticamente decretado o fim dos despachos com ministros”. Sócio do escritório Donati Barbosa, Campos Costa e Turbay Freiria, que atua na área criminal, Turbay considera que será “extremamente difícil operacionalizar a prática”. O advogado cita o exemplo do Habeas Corpus, no qual o Ministério Público sempre se manifesta antes do julgamento de mérito, para mostrar que já há paridade de armas na disputa.

 

A advogada Fernanda Mendonça dos Santos Figueiredo considera que se alguns ministros levarem a regra à risca, a parte a quem não interessa a audiência poderá criar obstáculos. “Se a audiência não interessa para meu adversário, ele pode acabar com a minha possibilidade de fazer esclarecimentos ao ministro”, afirma.

 

Segundo a advogada, a regra ainda pode dificultar uma estratégia processual e premiar quem fica inerte na defesa do cliente. “Como a parte adversária será avisada da audiência, pode começar a se mexer apenas porque foi provocado pela outra parte.”

 

Como os ministros recebem advogados

 

Apenas quatro ministros do Supremo Tribunal Federal recebem bem os advogados. É o que os próprios profissionais disseram quando consultados pela revista Consultor Jurídico para a produção do Anuário da Justiça 2009, que será lançado em março. No levantamento, advogados que responderam alguns quesitos sobre os ministros não pouparam elogios para Carlos Britto, Celso de Mello, Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski.

 

O ministro Joaquim Barbosa é o único que recebe mal advogados, de acordo com o levantamento. Cármen Lúcia, Cezar Peluso, Ellen Gracie, Eros Grau, Gilmar Mendes e Menezes Direito ganharam avaliação regular.

 

Para os advogados, Celso de Mello e Marco Aurélio são os ministros que melhor conseguem reservar um horário para ouvi-los sobre os processos. Ouvem com atenção tanto no gabinete quanto nos intervalos das sessões, no Salão Branco do Supremo.

 

Carlos Britto também é considerado acessível. Pode até discordar, com elegância, mas se mostra interessado nos assuntos levados pela advocacia. Com Ricardo Lewandowski, não é difícil marcar um horário. Mesmo quando tem pouco espaço na agenda, arruma tempo para recebê-los — ainda que de forma rápida entre as sessões do Supremo e as do Tribunal Superior Eleitoral, onde atua como ministro substituto.

 

Os advogados consideram que é difícil marcar um horário com Eros Grau. Geralmente, conseguem marcar uma data distante e ficam com receio de que o recurso seja julgado nesse intervalo. Eles também reclamam da agenda apertada do ministro Peluso, Ellen Gracie e Menezes Direito. Segundo os advogados, Peluso interage pouco, mas se mostra atento e não os apressa. Ellen Gracie, quando os recebe, é atenciosa e formal. Menezes Direito é cordial, nas audiências, que precisam ser marcadas com bastante antecedência.

 

Sobre a ministra Cármen Lúcia, os advogados reclamam de ter de solicitar as audiências por e-mail e consideram que é grande a demora para conseguir um espaço na agenda. Alguns disseram que não conseguiram marcar uma audiência, mas quando ela os recebe costuma ser simpática e franca. A reclamação em relação ao presidente do STF, Gilmar Mendes, é a falta de tempo pelo próprio posto que ocupa. Mas quando os recebe demonstra conhecimento do tema e adota uma postura de distância.

 

Para o ministro Joaquim Barbosa, não sobra nenhum elogio. Ele é considerado um ministro que praticamente não recebe advogados. Quando recebe algum, depois de muita insistência, costuma ser indiferente.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

we will rock you water boys

Muito legal para ver o ciclo da água!! não deixe de ver e divirta-se!!

Juiz recebe denúncia contra presidente da OAB

Miguel Cançado e Eládio Mesquita vão responder por prevaricação, por permitir inscrições ao exame de ordem fora do prazo do edital
Waldineia Ladislau

Depois de tanto otimismo e certeza de que a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) por prevaricação contra o presidente da Seccional goiana da Ordem dos Advogados, Miguel Cançado, e o ex-presidente da Comissão de Exame de Ordem, Eládio Augusto Amorim Mesquita, por permitirem inscrições ao exame da OAB fora do prazo não seria recebida pela Justiça Federal, a abertura da ação penal deixou acusados e advogados perplexos.

O juiz federal Leão Alves, titular da 11ª Vara em Goiânia, entendeu que, embora os dois acusados não sejam funcionários públicos, para fins penais, o que importa é a natureza pública ou não da atividade desempenhada pela entidade, no caso, a OAB. Além do mais, o juiz entendeu que a acusação do procurador da República Hélio Têlho Corrêa Filho não tem base unicamente nas provas obtidas com escuta telefônica, o que a lei proíbe em se tratando de crimes menores. Mas as provas seriam, preponderantemente, testemunhais.

Transação 

A Lei 9.009/95, que disciplina a forma como ocorrerá o processo em crimes de menor potencial ofensivo, tem como tônica a simplicidade, informalidade e celeridade da ação e dá muito espaço à possibilidade de conciliação e da transação penal. O curioso é que a lei fala que a possibilidade de transação penal (quando o processo é suspenso diante da imposição de restrições ao denunciado e, depois de um período, ele é extinto) é oferecida ao denunciado antes de o juiz receber ou não a denúncia. Isto quer dizer que, se o denunciado aceita a transação, acaba tudo e o juiz nem vai dizer se daria prosseguimento ou não ao pedido do Ministério Público. Quando o denunciado não aceita a transação é que o juiz se manifesta.

Ontem à tarde, foi dada aos dois denunciados a chance de aceitar a transação penal. Na audiência o juiz chegou a insistir, lembrando que a aceitação não significa, legalmente, que os denunciados estejam confessando culpa. Ela apenas põe fim de forma mais rápida à questão.

Mesmo a lei dizendo que a aceitação da transação não significa confissão de culpa, na realidade é desta forma que todo mundo interpreta a norma, tanto que os dois, por entenderem que não cometeram prevaricação, preferiram arriscar.

Após o recebimento da denúncia foram ouvidas seis das nove testemunhas arroladas pelo procurador da República Hélio Têlho. Duas não foram intimadas e Maria do Rosário, ex-secretária da Comissão de Exame de Ordem, não compareceu. Próxima audiência ficou para 7 de maio, às 14 horas, quando serão ouvidas as testemunhas de defesa.
 
Investigação de fraude em exame

Denúncias de irregularidades no exame para obter a carteira de advogado em Goiás deram início a investigações da Polícia Federal (PF) em 2006, que obteve autorização judicial para colocar escuta em várias linhas de telefones fixos e celulares de membros da Comissão de Exame de Ordem e servidores da OAB-GO.

Em 2007, com base em informações obtidas pelas escutas e outras denúncias, a PF, numa operação chamada Passando a Limpo, pediu e conseguiu na Justiça Federal a prisão temporária de várias pessoas, entre elas, até de conselheiro da ceccional e do então presidente da comissão, o advogado Eládio Mesquita.

Falou-se em venda de gabatiros e outras formas de fraude, mas até hoje não existe denúncia do Ministério Público Federal (MPF) sobre estas investigações da Polícia. O que restou comprovado até o momento, segundo o procurador da República Hélio Têlho Corrêa Filho, é com respeito ao descumprimento do edital do exame da Ordem, para beneficiar algumas pessoas que perderam o prazo legal de inscrição.

A pena para o crime de prevaricação - que é típico de funcionário público - pois representa agir de forma contrária ao que deveria por ofício, por interesse pessoal, é de três meses a um ano de detenção
 
Fonte: www.opopular. com.br    07.02.2009

PARA VOCÊ QUE NÃO GOSTA DE GÍRIAS, FALE DIFÍCIL!!!

UMA HOMENAGEM AOS AMIGOS JOSÉ DIÓGENES E VICENTE MARTINS

 1 - Prosopopéia flácida para acalentar bovinos.

(Conversa mole pra boi dormir);

 2 - Colóquio sonolento para bovino repousar.

 (História pra boi dormir);

 3 - Romper a face.

 (Quebrar a cara);

 4- Creditar o primata.

(Pagar o mico);

 5 - Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento..

 (Chutar o pau da barraca);

 6 - Deglutir o batráquio.

 (Engolir o sapo);

 7 - Derrubar com intenções mortais.

(Cair matando);

 9 -Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.

(Dar uma de João sem braço);

 10 -Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira.

 (Nem a pau);

 11 - Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.

 (Nem que a vaca tussa);

 12 - Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior.

  (Chutar o balde);

 13- Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica.

  (Tirar o cavalinho da chuva);

 Essa última foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:

 14 - A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica!

  (A cavalo dado não se olham os dentes!).

PROGRAMA SABER DIREITO - DANO MORAL - JUSTIÇA DO TRABALHO

sábado, 7 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

O APOCALYPSO está próximo!!


Minha gente, não, I N A C R E D I T Á V E L !! A banda calypso, aquela do ximbinha e da joelma, simplesmente foi indicada parao NOBEL DA PAZ!!! Gente...o que é que eu posso pensar? sei lá!! tou é passada na maionese com isso. Se quiserem ler a notinha que vi no blog do Nonato, cliquem em cima da imagem. E para aqueles que estão curiosos ou pasmos, olhem diretamente no site http://odia.terra.com.br/cultura/htm/calypso_no_nobel_227652.asp e confirmem a referida informação! 
A FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS, promovida pela UPAC acontecerá amanhã, sábado (dia07/02), entre 9h e 12h na Avenida 13 de Maio na pracinha da igreja do bairro de Fátima em Fortaleza. COLABORE COM O QUE ESTIVER AO SEU ALCANCE! Toda ajuda é aceita. Entre em contato com os organizadores através dos telefones (85) 8845.6739 - falar com Mariana ou (85) 9118.0906 - falar com Khris.